arbitragem regulatória

Procedimento que permite a um grupo financeiro escolher o tipo de regulação a que estariam submetidas suas operações.

Esta situação pode gerar distúrbios no grau de alavancagem das instituições financeiras em geral, na exposição das instituições bancárias e não bancárias ao descasamento de prazos e moedas e nas necessidades potenciais de liquidez do sistema de crédito.

Exemplo:

Segundo a consultoria Galanto, antes da crise financeira de 2008, existiam nos Estados Unidos:

  • quatro instituições regulatórias federais que cuidavam das instituições que recebiam depósitos, (Fed, FDIC, OTS- Office of Thrift Supervision, OCC – Office of the Comptroller of the Currency);
  • diversas instituições de supervisão estadual para as mesmas instituições;
  • um regulador das operações de futuros, CFTC Commodity Futures Trading Commission;
  • uma (SEC) instituição de valores mobiliários;
  • instituições de auto-regulação;
  • mais de 50 reguladores estaduais para empresas de seguros.

Autoridades financeiras estudam normas para zelar pela estabilidade dos mercados, tornando-o menos sujeito à possibilidade de arbitragem regulatória.

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